Nossa história
Minha mãe fazia, eu achava que era “comum”
O Pavê da Farofinha marcou a nossa infância. Era ele a estrela das festas de aniversário, mas também a sobremesa de dia a dia. Sempre tinha uma travessa quase acabando no congelador. Quando eu, o filho, fui viajar, pedi a receita para aprender a fazer enquanto estivesse distante.
A Pacumê começou como brincadeira, fazendo a receita pros amigos, e virou coisa séria: levar uma receita presa em uma família para mais gente provar.
A piada de tiozão não nos incomoda:
“É pavê ou é pra comê?” A gente responde: os dois.


